segunda-feira, 30 de maio de 2011

Vício louco


Não consigo parar de ouvir essa música!

Viciei loucamente, aaaaaah!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

More about me




1. Qual seu objeto mais pessoal? 
- Calcinha, acredito.
2. Que tipo de música você prefere?
- Ouço qualquer tipo de música que tenha conteúdo
3. Tem alguma música em especial? Por quê?
- Todas são especiais, mas Swan Lake me toca de forma inexplicável.
4. Gosta de ver fotos? 
- Depende das fotos.
5. Qual foi o último filme que você viu no cinema? 
- Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (?) Não lembro bem o título, sei que é o quarto filme.
6. Você é convencido?
- Não, eu acho.
7. Quais problemas mundiais te preocupam mais?
- Desonestidade e ganância.
8. Até onde é capaz de ir por amor?
- Até onde der.
9. Gosta de ler?
- Amo!
10. O que acha muito romântico?
- O meu conceito de romantismo é muito diferente do conceito da sociedade, é melhor que eu fique calada.
11. O que você acha da homossexualidade?
- Cada um faz o que quiser da sua vida.
12. Ainda faltam muitos sonhos pra realizar?
- Sim, sim.
13. Você é capaz de morrer por alguém?
- Sim.
14. Você acredita em horóscopo? Por quê?
- Não, mas me interesso apenas por influência de Cavaleiros do Zodíaco.
15. Você é organizada?
- Não mesmo!
16. Você tem medo de andar de avião?
- Nunca andei.
17. Gosta de Sol?
- Não.
18. Você usa óculos?
- Não, mas vou saber se preciso usar agora à tarde.
19. O que você faz aos sábados de manhã?
- Quando acordo cedo eu assisto desenhos.
20. Vê muita TV?
- Não.                                                                                                          21. Tem algum fetiche?
- Todos têm.
22. O que você mudaria no mundo?
- A lista é muito longa.
23. Você é vaidosa?
- Não mesmo.
24. Você gosta dos seus vizinhos?
- Mal falo com eles.
25. Gosta de sopas? 
- Depende da sopa.
26. A que horas você se levanta?
- Dias de semana às seis; nas férias e finais de semana nunca antes de meio dia.
27. Partilha teu quarto com alguém?
- Tenho meu quarto, mas durmo com minha mãe. Isso é partilhar?               28. Você é uma pessoa simples?
- Acredito que sim.                                                               
29. Você tem boa memória?
- Acho que sim...
30. Você vê desenho animado?
- Muito.
31. Tem jeito pra escolher presentes?
- Não, nunca saio do CD ou livro.
32. Você já acampou?
- No jardim de casa e no estacionamento do prédio vale?
33. O que faz nas férias de verão?
 - Depende.
34. Sai à noite? Onde costuma ir?
- Às vezes. Para algum lugar que tenha música dançante.
35. Primeira coisa que lava no banheiro?
- Mãos.
36. Com quem você vai estar hoje à noite?
- Com um oftalmologista.
37. O que você vai fazer amanhã? 
- Escola e trabalho (escolar).
38. Qual foi a última vez que você chorou?
Hoje de manhã.
39. Estação preferida?
- Inverno.
40. Já bateu em alguém?
Sim.
41. Qual foi a última pergunta que você fez?
- Maria, você vai descer no mercado mesmo?
42. Diz o que te vier à cabeça:
- Lasanha.

Achei esse questionário no Peace And Love, o blog da Luana Rivora, que eu amo. Achei bem legalzinho e resolvi responder. Enfim, espero que tenham gostado de mim!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Sonata ao Luar


Eu fico sem palavras ao sentir, sim, sentir, pois é tão genial, sentimental, emocionante, brilhante, entre outros adjetivos que não é para se ouvir, e sim para se sentir. Poucos sabem que, no momento em que compôs esta sonata, Beethoven estava em um momento de profunda tristeza, já que a morte de um príncipe alemão, quem Beethoven considerava um pai, era recente. O atormentava também um grande desespero, pois sua doença se agravava a cada dia. Porém, ao ouvir uma moça, que era deficiente visual, admitir que daria qualquer coisa para ver o luar, Beethoven sentiu-se "energizado", pois ele poderia apreciar o luar. Por isso, ao mesmo tempo em que a Sonata tenta descrever o luar, ela imita os passos lentos que alastravam a tristeza na alma de Beethoven, de quem carregava o caixão do príncipe. 

Eu, particularmente, sinto uma melancolia ou ouvi-la. Mas ao mesmo tempo, sinto uma paz. Não sei se esses eram os efeitos que Beethoven queira causar em quem chegasse a ouvir sua Sonata. Mas, acredito que sinto algo parecido com o que ele queria nos passar. A melancolia de uma perda, e a paz por, "musicalmente", estarmos admirando o luar. 

Gênio, gênio, gênio, e gênio!

Mas Tchaikovsky ainda é REI! 


sábado, 14 de maio de 2011

Eu e o quadro


Finais de semana nos oferecem muitas oportunidades de "diversão", entre elas, passear no shopping é a saída perfeita para uma tarde entediante. Pela falta do que fazer comecei a premabular pelo lugar, e encontrei umas obras de arte expostas, que em minha opinião não passavam de rabiscos e manchas coloridas que era postas no mercado por um preço absurdo que chegava no mínimo à mil reais. Não conseguia achar uma explicação do porque os artistas jogavam tintas em uma tela e diziam que era uma obra de arte primorosa. Claro que cada uma com seu conceito de arte, mas pensava que conseguia fazer melhor.
            Minha prima acabou por levar um quadro que expunha uma foto de um livro que repetia a palavra “persévérance”, que em português queria dizer perseverança. Guardei para mim o desprezo pela falta de criatividade, e de vez em quando ria sozinha imaginando que o artista estava sem inspiração, mas perseverou e conseguiu fazer uma repetição chata virar “obra de arte”. Mas a vida é cheira de ironias, e a noite eu fui fazer minhas lições de casa, que incluía uma produção textual. Minha cabeça borbulhava e idéia e de tantas idéias acabou que não consegui achar a inspiração certa, digamos assim.
            Músicas, piadas, jornais, livros, tentei tudo que podia para conseguir uma inspiração, ou a inspiração certa. Nada me vinha em mente, e mesmo com inicio, meio e fim na cabeça, não conseguia transferir para o papel. Uma verdadeira falta de inspiração. Lembrei-me do meu julgamento mais cedo, do artista sem inspiração. Pensei em começar a repetir a palavra “repentir”, arrependimento em francês, mas com certeza não era uma boa idéia. Com minha cabeça dura, neguei-me a aceitar, mas estava com inveja do “artista”, que podia repetir uma palavra, tirar uma foto, expor sua obra de arte, ser chamado de artista, e ainda iria ganhar dinheiro. Para um pseudo-artista, ele estava muito melhor do que eu. 

Uma cronicazinha que eu fiz ano passado... Não sei se está boa, mas espero que gostem. 

Sou foda, eu sou sinixtro, e venci o irmão boiolinha do subzero.


Queria muito disseminar este vídeo cultural, pois aprendi muito com ele.  


hahahahahahahahahahahahahhahahahahahahhahahahahaha, e ri horrores!

P.S: Prestem bastante atenção na dancinha da lacraia no final!
P.S (2): Qualquer erro no título é culpa do flooder que quer acabar com minha vida digital!

Existem laços: O de sangue, e os que vão além.


É um pouco difícil de explicar, até porque vai além da lógica. E juntando com minha falta de habilidade para me expressar, eu fico realmente confusa. Mas queria que soubesse o quanto é gigantesco o meu amor. Sou capaz de qualquer coisa para ver o sorriso mais bonito da face da Terra brotar transformando uma expressão triste na alegria que consegue deixar o mundo de qualquer pessoa mais florido. Sei que de vez em quando acabo focando demais nas coisas alheias (vulgo tortura, opressão e pressão), mas nada, nem ninguém superam esse sentimento que eu tenho por você. Que é uma mistura de amor mãe, com amor de amiga, com amor de filha, com amor de irmã... Você é um tudo pra mim.
E sim, seria capaz de qualquer coisa por ti, de alguns reais por pão de queijo (mineiro) ou pudim, a um rim ou um coração.


Post dedicado a Jéssyca Oliveira.

Overdose de posts.

Como passei uma bela semana mergulhada em livros, vou fazer super mega seqüência de três posts para compensar a semana toda. 

Enfim, espero que tenham saco e não se matem!

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Pra não dizer que não falei das flores


Vem vamos embora, esperar não é saber
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer
...
Caminhando e cantando e seguindo a canção
Somos todos iguais braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas, campos, construções
Caminhando e cantando e seguindo a canção

Eu gosto de pensar que um dia os jovens brasileiros se uniram e lutaram contra aquilo que achavam errado. Mas ao mesmo tempo eu fico triste pela atual juventude, que apenas crítica e nada faz. Infelizmente, nascemos na era do comodismo. Mas eu tenho fé que um dia isso ainda vai mudar. Enquanto isso, continuo com a aquela estória de que uma andorinha só não faz verão...

domingo, 1 de maio de 2011

Manifesto!


Vim aqui para deixar explícita minha indignação com as pessoas. O modo como elas podem ser injustas e fazer um júri inteiro se enganar. Fico sem ação, e indignada por saber que sou inocente. Olho para trás e não consigo ver o que fiz de errado. Mas mesmo assim, as pessoas são tão habilidosas que me fazem crer que eu que devo reparar o tal erro. Se as pessoas continuarem manipulando assim, não sei onde esse mundo vai parar... 

Tu, ias...