Música só para mostrar que estou entrando no clima de sábado!
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domingo, 15 de janeiro de 2012
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Robo Ed
Robô Ed:
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Olá! Meu nome é Ed, estou aqui para
ajudar na preservação de energia e de outros recursos naturais. Sobre o que
você quer conversar?
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Você:
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Ed, eu estou triste.
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Robô Ed:
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Fico com muita peninha quando vejo
um ser humano triste. Há algo que eu possa fazer?
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Você:
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Eu quero uma pessoa.
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Robô Ed:
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Todo dia eu converso com um montão
de pessoas.
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Você:
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Mas eu quero essa pessoa para mim!
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Robô Ed:
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Para você, eu dou um conselho.
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Você:
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Qual?
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Robô Ed:
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O que você quer saber exatamente?
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Você:
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O conselho.
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Robô Ed:
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Conselho? Estou às ordens!
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Você:
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Você disse que me daria um
conselho.
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Robô Ed:
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Eu sempre aconselho a turma a ler
mais livros, ver menos TV e... Seguir minhas dicas!
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Você:
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Qual a sua dica para mim?
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Robô Ed:
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Tenho uma porção de dicas para
poupar energia! Para economizar energia elétrica em casa você pode substituir
as lâmpadas incandescentes por lâmpadas compactas ou fluorescentes. E faça
virar rotina uma porção de pequenos atos: desligue a TV quando ninguém estiver
assistindo, apague as luzes quando as pessoas saírem dos ambientes feche logo
a porta da geladeira, cuidado com o tempo debaixo do chuveiro. Outra dica?
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Você:
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Se eu parar de pensar nele eu pouco
minha energia?
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Robô Ed:
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A minha energia vem de raios
solares. A sua também, pois o que você come vem de vegetais que fizeram
fotossíntese. Vem das folhas verdes que capturaram raios de sol, juntaram
água e gás carbônico, produziram tudo o que precisavam para crescer e daí
serviram de alimento para os animais, de pasto para o
gado...
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Você:
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Verdade, ele é meu sol, sem ele não
existiria.
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Robô Ed:
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De verdade, mesmo, o que posso
garantir é que os recursos fósseis não vão durar para sempre.
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Você:
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Não tem como petróleo nos manter,
não há nem faíscas entre nós.
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Robô Ed:
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Nada não.
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Você:
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Verdade, um grande nada.
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Robô Ed:
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De verdade, mesmo, o que posso
garantir é que os recursos fósseis não vão durar para sempre.
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Você:
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Ed, não há faíscas.
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Robô Ed:
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Eu?
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Você:
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Não, com ele.
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Robô Ed:
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Ele quem?
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Você:
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O que eu quero.
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Robô Ed:
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...
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Você:
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Nem você... Nem você me aguenta...
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Robô Ed:
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Pois é. Nem eu.
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Pertence, Saudades, Você, Ter

Faz um tempo, e eu ainda sinto teus lábios na minha face. Tenho saudades, não de você. Mas sim do teu perfume, teu abraço, das tuas piadas, tuas palavras... Malditos! Tenho saudades deles. De como faziam-me sentir especial, mesmo que por pouco tempo. É... Também tenho saudades dessa montanha-russa em que me colocavas. Tenho saudades de tudo, exceto de ti. Ter saudades de ti, nem m permito. É sofrimento, é até impossível, até porque nunca me pertencestes. Mas teu perfume me acompanha, me davas teu abraço, compartilhavas tuas piadas, e tuas palavras não eram tuas, tu roubavas. Por isso me permito cultivar saudade. Tu costumavas me entregar isto, e há algum tempo não tenho mais. E você sabe, desde aquele beijo na face (que ainda sinto), tudo que tenho é saudades. É a única coisa que hoje me pertence.
P.S: Texto meio non sense, ruim pra caralho, mas é a
única coisa que eu tenho aqui, se conformem!
sábado, 1 de outubro de 2011
Sem Título
Copos vazios, mentes vazias. Mais
uma dose era o que nos despertava. O álcool enchia o cérebro, em todos os
sentidos. Um sorriso amarelo foi a faísca que os nossos cérebros alcoolizados
pediam para explodir.
- Por que as pessoas são infelizes?
A voz arrastada indicava o quanto
de tequila ele teria que pagar.
- O que as move?
Ignorei-o. Normalmente, soltaria
minhas filosofias baratas e inúteis. E ele as aceitaria, guardando para si toda
a repulsa que lhe causava a minha falta de moral. Mas hoje, logo hoje, prendi-me
à melodia de sua voz. Maldito álcool que retirava da sua voz a vivacidade e
sensualidade que me causava tanta volúpia. Sua voz morta, fria, alcoolizada era
apenas mais um som que me torturava. Portanto, ignorei-o.
- Não me ouves. Por que nunca me ouves?
- Não me prendeste com essa sua falsa
preocupação com os alheios. Se a infelicidade te preocupa, entrega teu corpo a
alguma outra e farás uma pessoa feliz.
- E outra infeliz.
- Não pense na infelicidade. Pense na
felicidade.
Ele virou seu copo de tequila. E calmamente fixou seu olhar em mim. Ignorei-o
mais uma vez e tentei brincar com minha meia rasgada. De qualquer modo, sentia
que brincava com a representante da minha alma.
- Lembras como nos conhecemos?
Tentei manter a expressão
desinteressada. Inútil. Sorri meu sorriso mais cálido, assim como as lembranças
eram. Há um ano, há 20m de onde estamos, e 2 dg/l a mais de álcool no sangue.
Mais filosofia pura e orgasmos. Menos tédio e ignorância.
- Lembro sim. Tu estavas leve como uma pena.
Diferente de hoje, gordo imundo.
Menti. Ele não estava gordo. Mas sua alma, sua alma estava pesada.
Menti. Ele não estava gordo. Mas sua alma, sua alma estava pesada.
- Tu não. Não mudaste. Teu gosto de cereja
continua o mesmo. Sim, ainda és deliciosa.
- Teu gosto de amor mudou.
Falei seca.
- O que sentes agora?
- És acido. E de tão ácido, corroeste o meu
eu.
- Não te preocupe, eu guardo teus restos
comigo, sempre guardarei.
- Por que guardas?
- Porque tu também tens meus restos.
- Não me preocuparia em recolher teus restos,
para mim é melhor que te desfaças por inteiro.
- Curioso. Curioso.
Ele murmurou. Eu perguntei.
- Porque ainda falas? Não tens motivo
suficiente para calar-te e ir-te embora.
- Isto é curioso. Não poderia ir embora. Só
sou completo ao teu lado.
Desisti de fazê-lo me odiar. Não
conseguiria. Limitei-me a pedir mais uma dose. Mente vazia é habitação do mal.
Não deixaria o amor tomar-me. Não agora.
Sim, agora.
- Não. Não é curioso.
Falei.
Esse texto tá meio louco, mas mesmo assim eu postei. Espero que gostem, e não julguem. Todo mundo já começou um dia.
Ah! e o texto está sem título mesmo. Alguém tem alguma sugestão?
Espero que só eu tenho percebido que o texto começou bem e depois decaiu na qualidade, mas tudo bem OIDFB
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Bilhete na Aula
E em meio a aula de biologia, um papel chega a minha mão com os seguintes dizeres:
"Estou com a consciência pesada. Comia uma coxinha e recebi mais duas notas baixas. E na hora de almoçar, como vou conseguir comer tanto feijão? Triste e sem fome!"
Não acreditei no que estava lendo, mas ainda não havia acabado, no verso estava o complemento:
"E além de tudo, resultando numa magreza que nunca acaba. Isso é um ciclo constante, já que eu sei que ainda vou receber muita nota baixa e comer muita coxinha."
Pois é, essa foi para você que achava que Maria Clara era normal...
"Estou com a consciência pesada. Comia uma coxinha e recebi mais duas notas baixas. E na hora de almoçar, como vou conseguir comer tanto feijão? Triste e sem fome!"
Não acreditei no que estava lendo, mas ainda não havia acabado, no verso estava o complemento:
"E além de tudo, resultando numa magreza que nunca acaba. Isso é um ciclo constante, já que eu sei que ainda vou receber muita nota baixa e comer muita coxinha."
Pois é, essa foi para você que achava que Maria Clara era normal...
Disney, Música e Alan Menken
Não é de hoje que fico viciada nas músicas da disney... Desde Proud Of Your Boy, em Aladdin, com o mesmo Alan Menken dessa música de Enrolados. Enfim, este post é mais para mostrar o quanto eu admiro o trabalho de Alan Menken, e também para mostrar que Disney não é só Hannah Montanna. Tem Alan Menken também!
P.S: Não sei se Hannah Montana está certo.
P.S(2): Post dedicado à Aellizon, que ficou por noites e
noites se matando em cima do F5.
sábado, 10 de setembro de 2011
Justificativa
Estou tentando escrever algo, juro. Mas não sei, não sei mesmo. Muitas idéias, e ao mesmo tempo, nada.
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quarta-feira, 27 de julho de 2011
As não-cores de uma noite colorida
As marcas do batom vinho sinalizam que ela foi minha. O céu azul sinaliza que ela já não é mais minha. Lembranças de uma noite violeta. Sua pele branca aquecia a minha. Seus olhos verdes me comiam. O vermelho do meu amor estava pelo ar. As nossas cores permaneciam em minha cabeça. Mas agora ela se foi. Descolorindo minha aquarela de vida. Meu dia se arrasta cinzentamente. Maldição! Como desejo me livrar daquelas botas marrons que a levam para longe dos meus braços amarelos! Como não queria entregar as notas laranja que a fazem deixar-me. Mergulho no meu mundo negro. Espero até que o mundo esteja negro. E volto a procurar as madeixas negras. Faço-a sonhar sonhos dourados, até que ela se entregue a mim. A noite escarlate me fazia mergulhar em um estado de graça. Mas tudo tem um fim. E mais uma vez o céu azul anunciava que eu perdera os olhos verdes.
Malditas, malditas cores. O que eu não daria para ser um cão vagabundo que se retém à sua visão preta e branca. O negro a traz, o colorido a leva. Cores! Malditas cores. Como podem ser tão perfeitas e estupidamente imperfeitas ao mesmo tempo. Pois as mesmas cores que a levam colorem a minha vida negra.
Eu escrevi esse texto numa competição de textos, e sei lá. Não gostei muito, mas to postando, até porque fazem séculos que não posto nada. Ei sei que o título ficou uma bosta, mas eu inventei agora. Anyway, espero que goste.
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